Um Discípulo Solitário

Um Discípulo “Solitário” fora do sistema

Shalom! Seja muito bem-vindo ao nosso blog.

Gostaria primeiramente de agradecer por você estar aqui conosco, isso mostra que você é uma pessoa muito especial em busca de conhecimento. No nosso blog você encontrará semanalmente, estudos das Sagradas Escrituras (Bíblia) e com isso você poderá acompanhar de perto o que D’us tem para você através de sua palavra. É uma honra para nós, poder apresentar para você o estudo de hoje.

Marionete

Você já ouviu falar em marionete ? Acredito que sim. Você já viu uma marionete ? Acredito que sim.

Uma marionete é uma forma de arte teatral que remonta a séculos atrás. Ela consiste em um boneco controlado por um manipulador, que utiliza fios, cordas ou varas para movimentar os membros e expressões faciais do boneco. As marionetes são usadas para contar histórias, transmitir mensagens e entreter o público. Elas podem ser encontradas em diferentes culturas ao redor do mundo, cada uma com suas próprias técnicas e estilos de manipulação. Existem diferentes tipos de marionetes, cada uma com suas próprias características e técnicas de manipulação. Alguns dos tipos mais comuns incluem:

– Marionetes de fios: são marionetes suspensas por fios, que são manipulados pelo manipulador para criar movimentos realistas.

– Marionetes de vara: são marionetes que possuem uma vara central, que é usada para controlar os movimentos do boneco.

– Marionetes de luva: são marionetes que são colocadas na mão do manipulador, que utiliza seus dedos para controlar os movimentos do boneco.

– Marionetes de sombra: são marionetes que são projetadas em uma tela, criando sombras que representam os personagens.

Acredito que você já entendeu que estamos falando de um boneco, que ligado a uma corda, vara, luva ou sombra, é manipulado por alguém. Correto ? Acredito que sua resposta foi: “Sim”. E quando a marionete não é um boneco, mas uma pessoa ? Você já viu alguém assim ? Conhece alguém assim ? E se você for essa pessoa ? Certa vez eu li um post que dizia o seguinte:

“Todas as pessoas são marionetes, a diferença é que algumas enxergam as cordas”

Autor desconhecido

Há verdade nessa frase, afinal existem pessoas que são marionetes e não percebem, e pessoas que mesmo percebendo se deixam ser manipuladas. Todavia, eu acrescentaria: “É hora de cortar as cordas”.

“Todas as pessoas são marionetes, a diferença é que algumas enxergam as cordas. É hora de cortar as cordas”

Olhe a sua volta e logo perceberá que o mundo está cheio de marionetes, não de bonecos. As pessoas se aniquilam por causa de um padrão que o mundo criou. Elas deixam de ser o que são para ser o que todo mundo é. Mas e o caráter ? Muitos se deixam influenciar por um padrão criado pela sociedade, no qual vivem de forma mais conveniente ao momento. Se mais uma “modinha” é lançada, essas pessoas logo vão atrás. Afinal, elas têm de seguir o fluxo, porque ser fora de moda é “terrível”!

A mídia de forma geral, por meio dos seus veículos (televisão, jornal, mala direta, redes sociais) de comunicação é a principal ferramenta pela qual o mundo é marionetizado (manipulado). Todavia, não podemos esquecer que ela é simplesmente um fantoche, e que por trás de tudo isso existe um sistema (corrupto e podre) de manipulação, seja ele: político, econômico, social ou religioso. Claro que essa ferramenta também é usada por pessoas que se desvincularam desses sistemas. No entanto, precisamos ser cautelosos.

Então, você faz parte desse sistema, ou é marionetizado (controlado/manipulado) por ele ? O que prende você ?

O fio (televisão/religião) ? A vara (jornal/política) ? A luva (malas direta/econômica) ? A sombra (redes sociais/social) ?

“Nada nos pertence, a não ser a faculdade de pensar”

O Caminho da Teshuvah

Não dá para explorar todos esses pontos que aqui foram abordados. Portanto, abordaremos com detalhes o fio da marionete (religião).

Cristianismo – um sistema doentio

Estamos vivendo na época dos religiosos marionetes. Brasil, um país onde apenas uma parcela ínfima (pequena) da sociedade adquiriu o gosto pela leitura, era de se esperar que uma religião (cristianismo) que demanda fidelidade a um livro, ainda que seja um livro sagrado (Bíblia), encontraria problemas para se desenvolver de forma saudável. Conhecemos as estatísticas recentes que mostram o crescimento vertiginoso dos cristãos (evangélicos, testemunhas de Jeová, adventistas, católicos) mas essas pesquisas também nos revelam que em sua maior parte esse crescimento é anômalo. A adesão ao cristianismo tem sido um fator determinante para pessoas que em estado emocionalmente abalado, buscam na fé uma solução. Pessoas assim, são facilmente atraídas por grupos religiosos (predominantemente evangélicos) que exploram a fé dessas pessoas usando táticas de manipulação, chantagem emocional e muitas vezes hipnose. Junto a isso, esses grupos (biblicamente chamados) de lobos roubadores, usam o poder da boa oratório para disseminar a famigerada teologia da prosperidade, onde o assunto principal é o dinheiro e o que fazer para consegui-lo mais e mais. Uma das inúmeras maneiras de difundir essa doutrina de demônios, é o ensinamento de que D’us se vê obrigado a recompensar financeiramente a pessoa que, de alguma forma, contribuiu para a “obra” de D’us. Por causa disso, as pessoas são maliciosamente induzidas a colaborar com valores cada vez maiores, caso desejem também receber de D’us um “retorno” cada vez maior. É bem verdade que D’us recompensa e sustenta as pessoas que confiam nele e que buscam em primeiro lugar o seu reino como ensinou o nosso amado Mestre Yeshua, mas isso não quer dizer que D’us esteja obrigado ou disposto a enriquece-las materialmente, como querem os defensores dessa heresia. Veja o video a seguir:

É impressionante e lamentável como a maior religião do mundo está longe da verdade de D’us revelada em sua palavra, a Bíblia Sagrada. Sobre esse afastamento, distância da verdade, Shau’l Ha’shaliach (apóstolo Paulo) alertou:

“Porque eu sei isto: que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão o rebanho. E dentre vós surgirão homens que falarão coisas perversas para atrair os discípulos após si. Por isso, sejam vigilantes e lembrem-se de que durante três anos não cessei de instruir cada um de vocês, noite e dia, com lágrimas.”(Atos 20:29-31)

Esse afastamento da verdade que hoje vemos, não é novo. No final do primeiro século da nossa era, os lobos cruéis citados por Paulo começaram a perveter a verdade ensinada por Yeshua e seus Talmidim (discípulos). Saiba mais sobre esse assunto adquirindo o livro “Judaísmo Nazareno” do escritor e líder da sinagoga Benei Or (filhos da luz) Tsadok Ben Derech.

link para compra: clube dos autores

A verdade é que a religião cristã é baseada na crença em Jesus Cristo, cujo nome verdadeiro é Yeshua, porém deturpando os seus ensinamentos. Para os cristãos, exceto as testemunhas de Jeová, Jesus é a segunda pessoa de um sistema trinitario de deuses, onde o pai é deus, o filho é deus e o espírito santo também é deus. Todavia, não há três deuses, apenas um. Dá para entender? Até mesmo quem crer e defende essa crença, não entende. Veja o que disse um dos maiores teólogos e filósofos cristão:

“Tente entender a Trindade e perderá sua cabeça, tente nega-la e perderá sua alma!!”

Agostinho de Hipona, 354 – 430

Para os cristãos, exceto os adventista do sétimo dia, a lei de D’us foi abolida. Todavia, esse ensinamento é contrário as próprias palavras de Jesus Cristo, que segundo eles aboliu a lei de D’us. Assim disse Jesus:

“Não pensem que o meu propósito (halachti em hebraico) é remover do poder ou posição de destaque (lehafil em hebraico) a lei ou os profetas; meu propósito não é tirar a autoridade da Torah, mas ensinar de forma plena (Lemalot em hebraico).”(Mateus 5:17)

Essa tradução é diretamente do original hebraico, em seu contexto rabinico, da época de Yeshua (Jesus) que também era RABINO!

O cristianismo não tem consideração nenhuma pela Torah (“lei”) de D’us. Usando como subterfúgio a ideia de que a lei foi abolida, para estabelecer suas próprias leis, todas, exceto o dízimo, são indiferentes ao que ele (cristianismo) chama de velho testamento. Da para confiar em um sistema que é contra o seu próprio líder, no caso “Jesus” ?

Yeshua deu uma advertência nefasta de que muitos viriam em seu nome, com uma mensagem diferente e enganariam a muitos. Eles iriam criar uma imitação do verdadeiro, iniciando uma religião que em grande parte suplantaria a verdadeira fé dos fiéis seguidores do primeiro século, chamados de Nazarenos, não de cristãos.

Um cristão evangélico/protestante sempre foi, e continua sendo identificado como ativo se estiver frequentando os cultos e trabalhando na obra. Caso estiver parado, logo é identificado como “desviado”. Entre os católicos é comum ouvir a expressão “católico não praticante”, que, informalmente significa que tal pessoa não está ativa nas missas e modo de vida católico. Muitos cristãos decepcionados com a igreja institucional, tentam continuar a ser cristãos sem pertencer ou frequentar nenhuma. Todavia, existem aqueles que, além de não mais frequentarem a igreja, tomaram esta bandeira e passaram a defender abertamente o fracasso total da igreja organizada, a necessidade de um “cristianismo” sem igreja e a necessidade de sair da igreja para poder encontrar D’us. Estas idéias vêm sendo veiculadas através de livros, palestras e da mídia. Virou um movimento que cresce a cada dia. Eles são chamados de “desigrejados.”

Prefiro chamar os “desigrejados” de ex-mariontes que cortaram os fios que lhes prendiam ao sistema religioso que por tanto tempo lhes escravisou.

Repito! Brasil, um país onde apenas uma parcela ínfima (pequena) da sociedade adquiriu o gosto pela leitura, era de se esperar que uma religião que demanda fidelidade a um livro, ainda que seja um livro sagrado (Bíblia), encontraria problemas para se desenvolver de forma saudável, pois comodismo para alguns é bem melhor.

É mais pratico, pois vivemos em um mundo muito corrido onde não temos tempo para nada, então se o pastor estudou para isso, deixe o trabalho ardo para ele, eu só recebo. É assim que muitos pensam! Vivem totalmente nas mãos daqueles que dizem ser a voz de D’us na terra, muitos ate sabem que existem erros nas pregações ou doutrinas, mas está tudo bem, é “melhor está na igreja que no mundo” esse é o argumento…

Mais quem disse que se sairmos de um espaço físico, de um templo evangélico estaremos no mundo? Quem disse que só lá há salvação? A salvação não está limitada em templos ou em lugares “santificado” pelo homem. A salvação está em Yeshua O Ungido de D’us, que por seu mérito nos convergiu ao Pai. E uma vez de volta, praticamos os Mandamentos da Torah.

Infelizmente, ao deixar o sistema escravisador religioso, pessoas passam a sofrer perseguições e ameaças por parte da liderança do sistema. Geralmente, essas perseguições, em sua maior parte são psicológicas. Ameaças praguejosas do tipo: “Deus vai pegar você, Deus vai tirar sua filha, Você vai sofrer um acidente e vai voltar para a igreja”, essas e muitas outras são constantes.

Judaismo – um sistema inoperante

Judaísmo – uma religião de 613 mandamentos, não uma série de “nisto deves acreditar” e “nisto não deves acreditar”, mas de 613 leis divididas entre “isto deves fazer” e “isto não deves fazer”. Exige o cumprimento das 613 mitsvot, preceitos da Torah. Para entendermos melhor, precisamos voltar no tempo:

Na Torah (cinco primeiros livros da Bíblia) está escrito que D’us chamou Avram (Abrão) e lhe fez uma promessa, um filho. D’us cumpriu a promessa e Avraham gerou Ytszak (Isaque). Mais tarde, Ytszak gerou Ya’akov (Jacó). Ya’akov gerou 12 filhos. Devido a uma fome que tomou conta da terra, Ya’akov e seus filhos foram habitar no Egito, pois na época só havia alimento na terra dos faraós. Com o passar de muitos anos, os descendentes de Ya’akov se tornaram escravos dos egípcios. Após longos anos de escravidão, D’us, com braço forte (Milagres e pragas) tira-os de lá. Após sete semanas (50 dias) D’us outorga (entrega) uma série de “leis” (civis, cerimoniais, religiosas) que tornaria esse povo em uma Nação Santa (separada). Aproximadamente 3.336 anos após esse evento, essa Nação (judaica) mantém essas leis com muito zelo. Todavia, bem distante em alguns aspectos do que nelas (Torah) estão escritos.

“Quero deixar claro que o nosso intuito não é falar mal dos judeus, até porque eles foram, é, e permanecerão povo de D’us. Mas isso é assunto para outro estudo.”

O Caminho da Teshuvah

Diáspora

Diáspora judaica é o nome dado aos diversos processos de migrações forçadas pelos quais os judeus passaram ao longo da história. Alguns historiadores falam em duas diásporas judaicas, a primeira, ocorrida na época do Segundo Império Neobabilônico, e a segunda, durante o Império Romano. Outros historiadores alegam que existiram diversas diásporas ao longo da história. Se foram duas ou mais, não altera o nosso foco. Após a primeira, quando os judeus foram expulsos da Judeia, comunidades judaicas foram formadas em outros países. Grandes comunidades judaicas se desenvolveram na Península Ibérica e na Europa Central, sobretudo na França e Alemanha, mas perseguições sofridas nesses lugares levaram a novas diásporas.

No século XIX, ganhou força o sionismo, movimento que tinha como principais objetivos a fundação de um Estado judeu na “Palestina” e o retorno da população judaica para essa região. Após o fim da Segunda Guerra Mundial, a fundação do Estado de Israel foi aprovada pela ONU, e, em 14 de maio de 1948, o Estado judeu foi oficialmente (profeticamente) fundado. Mesmo passando quase dois mil anos sem o próprio País e integrados a diversas outras comunidades, os judeus conseguiram manter sua cultura, língua, “religião”, entre outras tradições.

Assim como no passado, que existiam seitas (grupos) judaicas como: fariseus, saduceus, essênios e zelotas. Assim também é atualmente na terra de Israel. Existem alguns subgrupos diferentes no judaísmo israelense que causam divisões profundas dentro da sociedade. Esses grupos podem ser divididos em quatro categorias principais, onde cada um deles corresponde a um segmento diferente; eles são  Hiloni  (secular),  Masorti  (tradicional),  
Dati  (religioso) e  Haredi  (ultraortodoxo).

1. Haredim – judeus ultraortodoxos

Haredim corresponde ao grupo mais religioso entre os judeus israelenses. Este grupo continua a existir isolando-se da sociedade e, ao mesmo tempo, opõe-se ao casamento com outros grupos judaicos. Os homens pertencentes a este grupo recebem educação religiosa em instituições educacionais religiosas apoiadas pelo estado, chamadas Yeshivas . Os Haredim são isentos do serviço militar para o governo israelense e este tem sido um tópico recente de controvérsia na política israelense. Dentro deste grupo, que consiste em várias congregações com diferentes ideologias, há uma série de pessoas que rejeitam a existência do estado de Israel por causa de seu estabelecimento antes da chegada do Messias, e também há uma minoria que rejeita o sionismo. Existe um movimento dentro dos haredim chamado de hassidismo, são conhecidos por serem mais rígidos entre os judeus ultraortodoxos.

2. Datim – Judeus Religiosos

Os datim correspondem a 13% da sociedade judaica israelense. Em termos de nível de religiosidade, eles representam o segmento após os haredim. O aspecto mais importante desse grupo que o torna diferente dos haredim é a adoção do sionismo. Os membros desse grupo também são chamados de “judeus ortodoxos modernos” porque apoiam fortemente a adaptação à sociedade judaica moderna. Os judeus desse grupo têm mais ambição de sucesso e carreira do que os haredim. Eles desempenham um papel ativo na política israelense e estão mais integrados à sociedade geral de Israel do que os haredim porque aceitam o estado judeu moderno como o estágio anterior à chegada do Messias.

3. Masortim – Judeus Tradicionais

Os Masortim representam o segundo maior grupo (29%) da comunidade judaica em Israel e também o mais diverso desses quatro grupos. Este grupo também representa o meio termo entre os judeus ultraortodoxos e os judeus seculares. Os judeus pertencentes a este grupo são separados dos outros grupos judeus porque moldam sua compreensão religiosa em uma direção ao levar a tradição judaica para o centro em vez da Torah e da halakha. Apenas 51% dos judeus neste grupo colocam a Torah em uma posição importante para suas vidas.

4. Hilonim – Secular

Hilonim, que correspondem a aproximadamente metade da comunidade judaica de Israel, tendem a ser seculares em sua perspectiva. 40% desse grupo não tem a crença em Deus e apenas 18% dos Hilonim estão absolutamente certos de sua crença em Deus. Os Hilonim são fortemente a favor da separação da religião da vida pública israelense e os membros desse grupo lutam contra o controle da Ortodoxia sobre o casamento e o divórcio. De acordo com os Hilonim, a identidade israelense vem antes de sua identidade judaica (59%). Mas isso não significa que eles rejeitam a alegação de que um estado judeu é necessário para a sobrevivência da comunidade judaica.

Preciso falar que nenhum desses grupos não reconhecem Yeshua como o Messias de Israel ?

Muitos dos cristãos (desigrejados) ao sairem da religião, acabam conhecendo o judaísmo tradicional que tem crescido muito (em conteúdo) na internet. Esse novo alvorecer tem dado as pessoas a oportunidade de conhecer a Torah, algo que não havia na sua antiga religião. Isso é bom, muito bom. Todavia, eles encontram um cenário totalmente contra o filho de D’us, Jesus Cristo (Yeshua O Ungido). Infelizmente, muitos tem deixado sua convicção em Jesus como o Messias, abraçando um sistema inoperante que vem sendo defasado ao longo dos anos. Práticas, rituais e crenças totalmente contrárias Torah, são ensinadas aos novos prosélitos, ou seja, convertidos a religião judaica. A tradição dos homens tem sido levado mais a sério do que a própria para de D’us. Estamos nos aproximando da solenidade da Torah, Yom Teruah, e subsequente Yom Hakippurim (dia das expiações), onde é comum entre o grupo ortodoxo fazer expiações pelos seus pecados e do povo, usando um galo ou galinha.

Nas primeiras horas da manhã do dia anterior a Yom Kipur, é realizada a cerimônia de Caparot (Expiação). Eles pegam uma galinha viva (um galo para um homem e uma galinha para a mulher) e, circulando a ave três vezes sobre a cabeça, declaram: “Este é meu substituto; esta ave morrerá, e eu terei uma vida boa e pacífica.” A ave é então abatida segundo o ritual haláchico, quando então contemplam que este é um destino que eles mesmo mereciam, por suas falhas e iniqüidades. O valor da ave é dado aos pobres, e sua carne comida na refeição de Yom Kipur; alguns doam a própria ave aos pobres ou a alguma instituição judaica. (Um costume alternativo é realizar todo o ritual somente com dinheiro, recitando os versículos prescritos e dando o dinheiro para caridade.

Note que no ritual é dito que a galinha é o “substituto” que morrerá. Uma vez que não existe mais o Templo onde um cordeiro era sacrificado para fazer expiação pelos pecados do povo, um galo ou galinha é usado. Todavia, sabemos que Yeshua é o verdadeiro cordeiro de D’us que tira o pecado do mundo(João 1:29; Hebreus 10:10). Esse ritual é só mais uma heresia entre muitas outras ensinadas e praticadas pelo judaísmo inoperante. Uma das crenças totalmente contrárias a Torah, é a reencarnação da alma, essa não será tratado aqui.

É comum ouvirmos pessoas dizer que saíram do sistema. No entanto, o sistema não saiu de dentro delas. Muitos até saem de um sistema, mas caem dentro de outro.

Entre o cristianismo que rejeita a Torah, e o judaísmo que rejeita Yeshua, tem os assim chamados judeus Messiânicos/Nazarenos. Um movimento que vem crescendo bastante nos últimos 10 anos. Esse movimento é em sua maior parte composta por pessoas que descobriram suas raízes genealógicas no povo de Israel, e se aproximaram da Torah mantendo a fé em Yeshua. Sobre eles, falaremos em outro estudo.

Conclusão

Certa vez os discípulos de Yeshua encontram um homem que expulsava demônios em nome de Yeshua, porém não os seguia e quiseram proibi-lo(Marcos 9:38-40). Yeshua não os permitiu fazer isso, pelo contrário, disse:

“Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. Quem não é contra nós é a nosso favor”.

Podemos aprender várias lições daqui, e uma delas é a seguinte: Não precisamos fazer parte de um sistema religioso para servir a D’us e seguir Yeshua. Não precisamos estar presos a fios, varas, luvas e sombras para fazer a vontade de D’us. Não somos bonecos de marionetes. Não devemos obediência a quem não obedece a Torah. Quiseram calar os discípulos de Yeshua, porém um deles (Pedro), disse:

“É preciso obedecer antes a D’us do que aos homens!”(Atos 5:29)

Corte os fios que te prende, saia já o sistema!

Abençoado seja O Eterno


Comentários

Uma resposta para “Um Discípulo Solitário”

  1. […] Nós (O Caminho da Teshuvah) não temos a pretensão de julgar a sua fé em D’us. Não falamos aqui sobre pessoas, mas sobre o sistema que as aprisionam. Sobre o sistema saiba mais aqui. […]

Deixe um comentário para Parashat Vayerá – O Caminho da Teshuvah Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *