Segredo do Hebraico

Deixado para Morrer

Shalom! Seja muito bem-vindo ao nosso blog.

Gostaria primeiramente de agradecer por você estar aqui conosco, isso mostra que você é uma pessoa muito especial em busca de conhecimento. No nosso blog você encontrará semanalmente, estudos das Sagradas Escrituras (Bíblia) e com isso você poderá acompanhar de perto o que D’us tem para você através de sua palavra. É uma honra para nós, poder apresentar para você o estudo de hoje.

Deixado para Morrer

Baseado em fatos reais, o filme “deixado para morrer” conta a história de Beck Weathers, um alpinista que durante a escalada do everest foi separado do grupo após uma inesperada tempestade atingir a montanha. Considerado sem chances de sobreviver, Weathers se viu abandonado na neve. Doze horas mais tarde, aconteceu o inexplicável: Weathers surgiu descendo a montanha na direção do acampamento, cego, sem luvas, com gelo até dentro do macacão térmico. Drama, suspense e muita luta pela sobrevivência em uma das montanhas mais perigosas do mundo é o que torna o filme fantástico.

Todavia, não é sobre o filme “deixado para morrer” o nosso estudo de hoje. O estudo de hoje conta a história (também real) de um jovem que foi “deixado para morrer” no deserto de Beer Shevá, ou Berseba em português.

Preparado? Vamos começar!

A história começa com o Santo Bendito Seja Ele fazendo uma promessa ao nosso Pai Avraham:

E disse Elohim para Abrão: “Sai por você, da tua terra, do lugar do teu nascimento e da casa de teu pai para a terra que eu te mostrarei. Eu farei de você uma grande nação, e te abençoarei; farei grande o seu nome, e você será uma bênção.(Bereshit/Genesis 12:1-2)

Esse versículo é ensinado na Parashat Lech Lecha (vai por você, ou para você), onde D’us promete a Avraham (que ainda não tinha filhos na época) que ele será pai de uma grande nação.

Passado algum tempo, nosso pai Avraham questiona D’us sobre a promessa:

Algum tempo depois, a palavra de יהוה veio a Abrão em uma visão: “Não temas, Abrão, eu sou um escudo para ti; tua recompensa será muito grande.” Mas Abrão disse: “Ó Soberano יהוה , o que me darás, visto que morrerei sem filhos, e o responsável pela minha casa é Dammesek Eliezer? A palavra de יהוה veio a ele em resposta: “Esse não será seu herdeiro; ninguém, exceto a sua própria descendência, será seu herdeiro.” E levou para fora e disse: “Olhe para o céu e conte as estrelas, se você for capaz de contá-las” — continuando: “Assim será sua descendência”.

D’us promete a Avraham que não apenas ele teria um filho, mas que seus descendentes seriam tão numerosos quanto as estrelas. Contar as estrelas já uma tarefa difícil. Agora imagina conta-las de cima para baixo. Como assim? Calma que eu explico.

Primeiro segredo do Hebraico de hoje – contar as estrelas de cima para baixo

O texto mostra que D’us levou Avraham para fora e pediu para ele contar as estrelas. Algumas bíblias faz uma interpolação e acrescentam ao texto a palavra tenda (אוהל ohel em hebraico):

Levando-o para fora da tenda, disse-lhe: “Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode conta-las”. E prosseguiu: “Assim será a sua descendência”.(Bíblia NVI)

Vamos conferir o texto em Hebraico:

ויוצא אתו החוצה ויאמר הבט נא השמימה וספר הכוכבים–אם תוכל לספר אתם ויאמר לו כה יהיה זרעך

E Ele (D’us) saiu com ele para fora e disse: Eu rogo, olhe do céu para baixo e conte as estrelas se você for capaz de contar, é disse para ele, assim será a tua semente.

Sobre a expressão: “E Ele saiu com ele para fora”, Rashi comenta que o significado p’shat (simples) é que Adonay levou Avraham para fora de sua tenda para que ele pudesse olhar para as estrelas. Rashi explica que a explicação midrashica do versículo é a seguinte: “Saiam (desistam) de suas especulações astrológicas — que vocês viram pelos planetas que vocês não criarão um filho; Abrão de fato pode não ter filho, mas Abraão terá um filho: Sarai pode não dar à luz um filho, mas Sara dará à luz. Eu lhes darei outros nomes, e seu destino (מזל planeta, sorte) será mudado. Outra explicação segundo Rashi é a seguinte: Ele o trouxe para fora da esfera terrestre, elevando-o acima das estrelas, e é por isso que Ele usa o termo habet (הבט) ”olhe”, quando Ele disse “olhe para os céus” — pois esta palavra significa olhar de cima para baixo (Gênesis Rabá 44:12).

O Rabbeinu Bahya segue a linha de Rashi ao comentar o versículo: “Sempre que encontramos a expressão habet (הבט), ela significa “olhando para baixo”. Se Avram estivesse na Terra e tivesse olhado para o céu, as estrelas, a expressão habet teria sido inapropriada. Portanto, a Torá queria nos dizer que D’us havia colocado Avram em uma posição acima das estrelas e lhe disse para olhar para o céu. Ele poderia doravante atropelar as limitações impostas a uma pessoa devido ao seu horóscopo.

Seguindo com o nosso, chegamos a um ponto crítico. D’us prometeu um filho para Avraham, todavia sua esposa (Sara) era estéril. Depois que Avraham e Sara viveram na Terra Prometida durante 10 anos e ela não foi abençoada com um filho, Sara decidiu fazer um sacrifício supremo e oferecer Hagar (sua serva) a Avraham como sua segunda esposa, que lhe daria um filho. Hagar deu à luz um filho, Ishma’el (Ismael). Mas D’us pretendia que Sara também se tornasse mãe. A tradição midrashica nos diz que ela (Hagar) era, na verdade, uma princesa egípcia. Vendo como D’us milagrosamente salvou Sara de suas garras, o Faraó concluiu: “É preferível minha filha ser uma serva em sua casa do que uma nobre em outra”.

Quando Hagar viu a rapidez com que engravidou, ela raciocinou que deveria ser pelo mérito de ser mais justa do que Sara e decidiu afronta-la com o assunto. Sara agiu duramente com Hagar a ponto de Hagar acabar fugindo para o deserto. Enquanto Hagar estava sozinha no deserto, perto de uma fonte. Um Malach (Mensageiro celestial) disse-lhe para voltar para Sara, por mais desagradável que fosse, e que ela teria o mérito de ter muitos descendentes. O Malach assegurou-lhe ainda que seu filho, a quem ela deveria chamar de Ishma’el (“D’us ouve”), se tornaria um homem selvagem e poderoso. Curiosamente, nas Escrituras descobrimos que foi Avraham quem deu o nome de Ishma’el, a seu filho com Hagar, embora o Malach tivesse dito esse nome apenas a Hagar.

O Santo Bendito Seja Ele visitou a Sara e ela deu à luz a Yitschac (Isaque), seu único filho, o tão esperado portador do legado de Avraham. Com profunda alegria, Avraham e Sara organizaram festas comemorativas em homenagem ao seu precioso filho. Após o nascimento de seu filho, Sara viu o outro filho de Avraham, Ishma’el, agindo de forma imprópria. Sara implorou a Avraham que expulsasse Hagar e seu filho, temendo que Yitschac fosse influenciado por seu irmão mais velho.

O assunto deixou Avraham muito angustiado, pois Ishma’el era seu filho. Mas D’us disse a Avraham: “Não te aflijas por causa do menino nem da tua serva; fazes tudo o que Sara te disser, porque por meio de Yitschac será dada continuidade à descendência. Quanto ao filho da escrava, também farei dele uma nação, pois ele é tua semente.” Cedo na manhã seguinte, Avraham pegou um pouco de pão e um odre de água, e os deu a Hagar. Ele os colocou sobre o ombro dela, junto com a criança, e a mandou embora. E ela vagou pelo deserto de Berseba.

Segundo segredo do hebraico de hoje – O poço que sacia a pele seca.

No deserto, lugar onde falta água e todas as formas de subsistência, aqui está uma mãe sentada ao lado de seu filho moribundo conforme descrito na Torah. Apenas um pouco de pão e um odre de água são os elementos recebidos (de Avraham) para o sustento dela e do seu filho. O que fazer com apenas esses dois elementos no deserto ? É nesse lugar árido, sem vida, que assola em sua alma a solidão, o medo, a decepção, os maus tratos, a dor dilacerante da rejeição, e do desprezo recebidos. É muito peso numa alma aflita, como se não bastasse, ainda se depara com a escassez, a fome e a sede que o deserto produz.

Quando acabou a água que havia no odre, Agar colocou o menino debaixo de um dos arbustos.(Bereshit/Gn 21:15)

Existem momentos em nossas vidas que por algumas circunstâncias nos faltam aquilo que é mais precioso, principalmente quando são essenciais à subsistência. No momento que isso ocorre não sabemos o que fazer, muitas vezes temos que apelar para que alguém nos socorra, mas provavelmente tem ocasião que não encontramos ninguém para nos ajudar, e mediante essa situação temos que partir para o “último apelo”, para a ajuda divina. Nessa ocasião impreterivelmente temos que tomar algumas atitudes importantes para que aquela situação seja amenizada ou resolvida. Essa foi a situação de Hagar com seu filho Ishma’el. O versículo acima citado nos diz que a água que havia no odre acabou. Mas o que isso significa de fato? Bem, primeiro precisamos saber o que é um odre.

Odre

Os odres eram, e ainda são, feitos de peles de animais (geralmente cabras) preparadas para um fim. As peles são desapegadas dos animais com o maior cuidado, separam-se do corpo, depois de removida a cabeça e as extremidades, como uma luva bem ajustada e depois são costuradas as aberturas à exceção do pescoço, que é atado como um saco por meio de um cordel de chicote. Estes odres eram de diversos volumes, segundo eram grandes ou pequenas as peles. Enquanto está a pele ainda fresca, é dada a um curtidor, que a torna própria para conter não somente água, mas vinho, leite, e outros líquidos. o curtimento é feito com casca de carvalho ou de acácia, sendo deixada de fora a parte cabeluda. A pele dos suínos nunca é empregada para este fim pelos judeus, porque o porco é animal impuro.

No texto original, “odre” é a tradução da palavra hebraica hamat (חמת) que além de odre (recepiente feito de pele de cabra) significa: febre, quente, ardente entre outros significados.

A Torá Contemporânea, JPS 2006, A Bíblia de Schocken Everett Fox, 1995, e a Tanakh: As Sagradas Escrituras, publicado pela JPS, Assim traduzem o versículo:

Quando a água desapareceu da pele, ela deixou a criança debaixo de um dos arbustos.

Como vimos, a água do odre havia acabado. Mas o que significa a expressão: “a água desapareceu da pele” ? Partindo do pressuposto que “hamat” significa febre, quente e ardente, os sábios em Bereshit Rabbah 53:13, vão dizer: “Sara introduziu um mau-olhado nele e ele (Ismael) foi afligido com febre e dor [e não conseguia andar sozinho]. Saiba que é assim, como está escrito: “A água na pele acabou” (Gênesis 21:15), pois uma pessoa doente normalmente bebe muito e com frequência.” O Targum (tradução do Hebraico para o Aramaico com explicações dos sábios) de Yonatan vai além: “(…)Ismael foi tomado por uma sede ardente, e bebeu da água até que toda a água foi consumida da pele. E ele estava seco, e murchou em sua carne(…)”

É certo que a leitura em seu primeiro nível de interpretação, o p’shat (simples) diz apenas que a água do odre acabou. Todavia, em seu quarto nível, o sod (oculto) entendemos que Ishma’el adoeceu (febre), sua pele secou e sua carne murchou.

Berseba é a má transliteração da palavra hebraica Beer Shevá (באר שבע) cuja tradução pode ser: poço cheio, poço que sacia, poço completo, poço do juramento.

Hagar parece que não lembrava da promessa que o Santo Bendito Seja Ele, havia feito a respeito do seu filho Ishma’el. Que ele seria um homem poderoso e pai de uma grande nação. No deserto de Beer Shevá (poço que sacia) a provisão divina estava prestes a acontecer.

Para aumentar a aflição dessa valente mulher, seu único filho, Ishma’el, como já aprendemos aqui, começa a sucumbir de fome, sede, febre e desidratação. Era muita dor e sofrimento. Sem nenhuma perspectiva que gerasse  alternativa ou solução para o seu drama, Hagar chega ao limite de suas  forças. Hagar deixa Ismael combalido, debaixo de um arbusto e segue a aproximadamente 150 metros de distancia, sozinha e aflita, toma essa decisão desesperadora de não ver seu filho morrer. É nesse lugar solitário que, ela geme e chora a sua dor.

Quando a água desapareceu da pele, ela deixou a criança debaixo de um dos arbustos, e foi sentar-se a uma distância, a um tiro de flecha de distância; pois ela pensou: “Não me deixe ver a criança morrer.” E sentada assim longe, ela começou a chorar.(Bereshit 21:15-16).

Mas um fato ocorre nesse drama que não passa desapercebido, o menino também chora, brada com desespero, o medo do oculto faz o menino derramar as lágrimas da alma. A Torah chama atenção para algo que ocorre na seqüência, dizendo:

וישמע אלהים את קול הנער

E ouviu (Ishma) D’us a voz (choro) do menino (Bereshit 21:17a)

Vimos no início do estudo que quando Hagar fugiu para o deserto a primeira vez, um Malach assegurou-lhe que seu filho deveria ser chamado de Ishma’el. Ishma (ישמע) literalmente “ouviu”. Ishma’el (ישמעאל) literalmente “D’us ouviu”.

Biblicamente, o nome de uma pessoa é muito importante. A Cabalá ensina que o nome hebraico revela a essência da pessoa, além de exercer influência sobre o caráter, habilidades e missão de vida dela. O primeiro Patriarca do povo judeu, Avram, teve o nome alterado por D’us para Avraham de maneira a refletir a missão a que estava destinado: “E não se chamará mais o teu nome Avram, mas Avraham será teu nome, porque pai de uma multidão de nações te fiz.” (Bereshit 17:5). O mesmo aconteceu com Ya’akov (Jacó) que a pós lutar com um Malach (ser celestial) teve seu nome mudado para Israel. Eles lutaram a noite toda e ao amanhecer, o Malach pediu licença para ir-se. Ya’akov respondeu que só o atenderia em troca de uma bênção, que lhe foi concedida na forma de um novo nome: “Não, Ya’akov não mais será teu nome, e sim Isra’el, pois lutaste com um Malach e com homens e prevaleceste.”(Bereshit 32:29).

Voltando ao texto, a Torah vai dizer:

E um anjo de D’us chamou Hagar do céu e disse a ela: “O que te aflige, Hagar? Não temas, pois D’us atendeu ao choro do menino onde ele está. Venha, levante o menino e segure-o pela mão, pois eu farei dele uma grande nação. Então D’us abriu os olhos dela e ela viu um poço de água. Ela foi e encheu o odre com água, e deixou o menino beber. D’us estava com o menino e ele cresceu; viveu no deserto e tornou-se arqueiro.(Bereshit 21:18-20).

Ishmael segundo o Alcorão Islâmico

Após esse evento, a história de Ishma’el “perde” relevância nas escrituras hebraicas. Todavia, sua grande história é “documentada” no alcorão (livro sagrado para os mulçumanos da religião islâmica).

No Alcorão, a famosa história da amarração ou imolação do filho de Avraham é associada ao filho Ishma’el, e não Ytzchak, como é sustentado na Torah. Embora o Livro Sagrado do Islam não mencione de fato o nome da criança, os eruditos muçulmanos “encontram” evidências confiáveis para sustentar essa posição. Ambos os profetas citados possuem uma importância fundamental para explicar o desenvolvimento da doutrina islâmica, sendo que os descendentes de Ytzchak tiveram sua história documentada no Alcorão, enquanto da linhagem de Ishma’el surge o povo árabe, a tribo da qual o Profeta Muhammad (Maomé) pertencia, e as primeiras doutrinas monoteístas que eles carregaram.

O Alcorão não menciona os nomes das mulheres de Avraham, no entanto, os muçulmanos assumem que a primeira delas foi Sarah, que era estéril e tentou engravidar de Avraham ao longo de boa parte de sua vida, mas não conseguiu e, por isso, ofereceu-lhe sua serva egípcia Hagar em casamento para que ela pudesse tentar dar um filho a seu marido. Desta união nasceu o Profeta Ishma’el, mencionado pelo Alcorão como um homem virtuoso. Certo dia, Avraham levou Hagar e seu filho Ishma’el, que naquela ocasião ainda era um bebê, para o deserto na península arábica, em um lugar com clima bastante hostil, sem árvores, água ou frutos. Avraham deixou sua família naquele local árido, deu-lhes os mantimentos necessários para dois dias e partiu sem dizer para onde iria. Hagar, então, perguntou ao marido se isso era uma ordem de Allah, o que ele confirmou, e por isso ela decidiu se manter paciente. Avraham foi para um lugar afastado chamado Thaniya, onde não poderia ser visto.

Hagar continuou amamentando Ishma’el e bebendo água de um odre enquanto durou. No entanto, quando chegou ao fim, o menino começou a ficar com sede e a mãe precisou sair para procurar algo para que ele pudesse beber. Ela subiu no monte Safa, na esperança de ver alguém no horizonte, mas como não encontrou ninguém, foi em direção ao monte Marwa, e repetiu este percurso sete vezes. Quando Hagar chegou a Marwa pela última vez, ouviu uma voz que pediu-lhe para ficar quieta e ouvir com atenção, e então ela perguntou:

“Ó quem quer que seja! Você me fez ouvir sua voz; você tem algo para me ajudar?” (Sahih al-Bukhari 3364).

Ela então viu no horizonte um anjo que cavou um buraco no chão com o calcanhar, até que surgiu uma fonte de água. Ela fez uma concha nas mãos para pegar um pouco e depois encheu o odre. Depois que Hagar matou a sede e amamentou seu filho, o anjo lhe disse:

“Não tenha medo de ser negligenciada, pois esta é a Casa de Allah que será construída por este menino e seu pai, e Allah nunca negligencia Seu povo.” (Sahih al-Bukhari 3364).

Ela se estabeleceu ali juntamente com o povo de Jurhum, que chegou à região logo depois dela, e Ishma’el cresceu nesse meio e se casou com uma das filhas dessa tribo quando alcançou a maturidade.

Compare o relato acima com o que está escrito no início do estudo.

Conclusão

O D’us que vê, é o D’us que ouve, é o D’us de promessas: promessa de vida eterna, de salvação, de provisão. Hagar foi alvo de uma promessa tão maravilhosa, uma promessa para sua geração. Todo aquele que crê em Yeshua, da mesma forma, é alvo de uma promessa muito mais grandiosa, a promessa de salvação. Por isso, não perca a visão das promessas que já foram conquistadas no madeiro para você. Por maior que seja o deserto, por mais triste que seja a rejeição, por mais impossível que seja a situação que esteja enfrentando, você não está sozinho! D’us está te vendo, ouvindo e tem promessas preciosas para você.

Não importa se você foi deixado para a morrer. D’us não vai deixar isso acontecer. Ele é o autor da vida…

Abençoado Seja O Eterno…


Comentários

3 respostas para “Segredo do Hebraico”

  1. Muito bom esse estudo, fui edificada, Hashem abençoe.

  2. Avatar de Josiano Severino de Santana
    Josiano Severino de Santana

    D’us continue abençoando a todos que faz parte do corpo administrativo desse grupo.

  3. […] No midrash (Bereshit Rabá 53:11 ) os sábios divergem entre: herança, idolatria e imoralidade sexual. Independente do motivo, Sara não permite que Isaque cresça ao lado do seu irmão e obriga a Abraão mandar Ismael e sua mãe – Hagar – irem embora. Sobre esse assunto, confira em deixado para morrer […]

Deixe um comentário para Parashat Vayerá parte 2 – O Caminho da Teshuvah Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *