Assêret Hadibrot – “Os Dez mandamentos” – Seja propriedade de D’us – Parashat Ytro

Continuação da parasha Ytro – Confira aqui a primeira parte.

Assêret Hadibrot – “Os Dez mandamentos” é de longe a parte bíblica mais conhecida do mundo (seja por cristão, judeus, ateu, etc…). Podem até não conhecer intrinsecamente cada um dos 10, mas sabem que existem. O que eu preciso deixar bem claro, é que as pessoas tem uma má ideia de que os “10 mandamentos” foram separados como sendo os mais importantes ou únicos, onde na verdade a melhor tradução seria “Dez falas ou ditos”. Sendo nesse caso a entrega de toda a lei (tanto escrito como de forma oral).


De acordo com o site chabad: “As próprias letras de Assêret Hadibrot demonstram este fato. Os Dez Mandamentos são escritos com 620 letras significando que D-us deu no Sinai os Dez Mandamentos que abrangem os 613 preceitos e as sete Leis de Nôach; 613 com 7 somam 620”. Se for dessa forma, e de fato as leis de Noach “Noé” está dentro dos 10 ditos em um nível SOD [Secreto], porque que há judeus e convertidos que se denominam “Ben Enoach” alegando que o gentio “convertido” devem apenas guardar as 7 leis de Noach, tirando a responsabilidade por exemplo da guarda do Shabbat. É um pouco estranho não é mesmo?

Após a pascoa (Pessach) que foi a libertação até a entrega da Torah que é na data festiva de Shavuot. Onde conta-se 49 dias do Omer (Mitzvah – Mandamento) desde da saida do Egito até a chegada no monte Sinai (Lugar da Outorga Divina da Torá)

“Tendo viajado de Refidim, eles entraram no deserto do Sinai e acamparam no deserto. Israel acampou ali em frente à montanha” Êxodo 19:2

Uma tradição rabínica relata que quando chegou o momento de D’us revelar-Se sobre uma montanha, as várias montanhas começaram a disputar a posição, cada uma alegando que era superior. Apenas o Sinai, que não era nada notável, permaneceu em silêncio. Por esta razão, o humilde Sinai foi escolhido, dando-nos a eterna lição de que a humildade é a chave para aceitar a sabedoria de D’us. Targum Yonatan para Juízes 5:5 e Tehilim 68:17. Midrash Tehilim, Buber Ed. 68:9.

A entrega da Torah é sem dúvidas o maior acontecimento miraculoso da manifestação do Todo Poderoso diante de milhões de pessoas (todos ali presente, viram e ouviram a manifestação do Eterno como nunca antes havia acontecido).

Tamanha foi essa manifestação, que foi preciso de 49 dias de preparação. O percurso do Egito até o Monte Sinai, os “judeus” passaram por refinamento. Querendo ou não, viviam em terra de idolatria, de impureza e claro com alguns possíveis costumes errado, construindo dentro de cada um Klipot que deveriam ser quebradas. Então de forma gradativa foram passando por alguns testes, restrições (sede e fome), porém, foram alimentados e tomaram água limpa. 49 dias fazendo a mesma coisa (confiando, obedecendo) é mais que suficiente para começar a cauterizar/cravar no coração e haver uma mudança de “personalidade/atitudes” e também uma preparação para algo. É assim que entende os sábios, por isso também Moisés fez jejum de 40 dias, o próprio Mashiach também, dentre outros.

Afinal, o próprio Santo Bendito Seja (Hakadosh Baruch Hu) Ele falaria com sua própria voz aos ouvidos da multidão.

“Agora, pois, se me obedecerdes fielmente e guardardes a minha aliança, sereis a minha possessão preciosa dentre todos os povos. Na verdade, toda a terra é minha” Êxodo 19:5

Texto Hebraico

וְעַתָּ֗ה אִם־שָׁמ֤וֹעַ תִּשְׁמְעוּ֙ בְּקֹלִ֔י וּשְׁמַרְתֶּ֖ם אֶת־בְּרִיתִ֑י וִהְיִ֨יתֶם לִ֤י סְגֻלָּה֙

מִכׇּל־הָ֣עַמִּ֔ים כִּי־לִ֖י כׇּל־הָאָֽרֶץ׃

No texto acima (hebraico) a palavra que foi traduzida como obedecer na verdade é ouvi/dar ouvido. Pois, não há o verbo obediência utilizado pelo hebraico de forma direta. E o que isso implica?

Quem tem ouvidos para ouvir ouça

Mateus 13:9 (Palavras de Yeshua)

“Por acaso algum ouvido, ouvindo, não consegue ouvir?”

Por exemplo: Não basta apenas ter atenção na aula, não basta apenas entender e aprender o que o professor ensinou, é preciso saber reproduzir o que se ouviu e aprender (Com boas notas nas provas e aplicando no dia a dia)

“Um aluno desatento, tem uma probabilidade enorme de errar em uma prova”

Vale mencionar que essa palavra é central na fé judaica, como em Deuteronômio 6:4-5 (Shema Israel)

שְׁמַע יִשְׂרָאֵל יְהוָה אֱלֹהֵינוּ יְהוָה אֶחָד
“Ouve, Israel! O Senhor nosso Deus, o Senhor é Um”

No pensamento hebraico, “ouvir” implica ação. Por isso, quando Yeshua diz “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” Mateus 13:9, Ele está reafirmando esse conceito: não basta escutar, é preciso agir de acordo com a Palavra (não basta falar que tem fé e não ter boas obras).

De certa forma, a pessoa que dar ouvidos as palavras de D’us, são de fatos quem ás obedecem. Então, momentos antes da entrega da literal da Lei, D’us faz uma promessa: “sereis a minha possessão preciosa dentre todos os povos”

Uma palavra me chama atenção – סְגֻלָּה֙ Segulah “posse, propriedade, tesouro, propriedade valiosa, tesouro peculiar”

De tudo o quanto D’us criou, todo tipo de joia que há no mundo, apenas uma coisa é tão preciosa ao ponto do próprio D’us tomar posse, que é um homem que obedece e guarda a sua lei.

“Mas vós sois uma raça eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, o povo de sua particular propriedade (λαὸς εἰς περιποίησιν), a fim de que proclameis as excelências daquele que vos chamou das trevas para a sua luz maravilhosa”. I Pedro 2:9 tradução (BJ2) – 2002 – Bíblia de Jerusalém – Esse mesmo texto está conectado com Shemot [Êxodo] 19:6

A expressão grega “λαὸν περιούσιον” (laón periousíon) é a mesma usada na Septuaginta (LXX) para traduzir segulah, indicando que os seguidores de Yeshua são um povo especial e separado para D’us.

Uma coisa que passa despercebido pelos cristão, é que, para se tornar a jóia preciosa de D’us, é preciso cumprir o que foi falado em Êxodo 19:5, é preciso ouvir, obedecer e guardar os mandamentos, do contrario você não será propriedade do D’us vivo como escreveu Pedro. Qualquer tentativa de diminuir as leis ou até mesmo não obedecendo, sinto muito informar, você não passa de “um qualquer”, como Rashi comentou em Ex 19:5: “Mas aos Meus olhos e diante de Mim são como nada”.

E se levar em conta a tradição dos sábios, os mesmos vão afirmar que, no dia que D’us se revelou e revelou sua Torah, todos os povos que viriam a existir (ou seja nós) estavam presentes naquele dia, aceitando o contrato de casamento e fazendo parte da aliança de Hashem.

Pirkei D’Rabi Eliezer cap. 41. Shemot Rabá 28:6 Fonte Chabad

E mais uma vez dentro do “Novo Testamento” vamos ter uma passagem determinante e que não deixa duvidas para um leitor de peito aberto com a verdade: “Aqui está a perseverança dos santos, aqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Yeshua.” Apocalipse 14:12

Os verdadeiros seguidores do Eterno e de Yeshua não só têm fé, mas também cumprem os mandamentos, algo que muitas vezes é negligenciado no meio cristão. Se você não ouvir “obedecer” os mandamentos de D’us, quem será você no grande Dia “do fim”?

É preciso citar a Kavanah כַּוָּנָה “intenção” que essa geração que foi liberta do Egito tivera ao ponto de falarem “Naassê vê nishmá “Faremos e ouviremos” Êxodo 24:7. Isso parece contraintuitivo, porque geralmente se ouve primeiro e depois se age. No entanto, essa ordem demonstra um nível de fé e confiança absoluta no Eterno. Eles estavam dispostos a obedecer incondicionalmente, mesmo antes de entender plenamente os detalhes dos mandamentos. Diferente de hoje em dia (no meio crisão) eles primeiro querem entender como funciona, concordar ou não e somente depois obedecer ou descartar.

Quando o povo judeu deu precedência à declaração “Faremos” sobre “Ouviremos”, uma Voz Divina surgiu e disse a eles: Quem revelou aos meus filhos esse segredo que os anjos ministradores usam? Como está escrito: “Bendizei ao Senhor, vós, anjos Seus, poderosos em força, que cumpris a Sua palavra, ouvindo a voz da Sua palavra” (Salmos 103:20 ). A princípio, os anjos cumprem Sua palavra, e depois eles ouvem. Fonte sefaria Talmud, Shabat 88a:8

A Purificação (Mashiach)

Disse também o SENHOR a Moisés: Vai ao povo, e santifica-os hoje e amanhã, e lavem eles os seus vestidos; E estejam prontos para o terceiro dia: porquanto no terceiro dia o SENHOR descerá diante dos olhos de todo o povo sobre o monte de Sinai. Êxodo 19:10-11

Já parou para pensar que o deserto é um inóspito (que não se dá para viver em condições normais) – Muito sol, seca, fome e claro frio a noite… Local que facilmente faz qualquer um sem o mínimo de conhecimento geografico se perder. E mesmo assim, foi justamente para esse lugar, que D’us levou o povo, o alimentou, o protegeu e entregou o que temos de mais valioso até os dias de hoje que é a sua TORAH. Tá escrito, que uma coluna de nuvem guiava o povo durante o dia e uma de fogo durante a noite. O que acabamos não pensando, é que além de guiar o povo, tal coluna exercia funções significativas na vida dos hebreus. Por exemplo, durante o dia a nuvem bloqueava os raios solares (imagina ter que ficar em um sol do meio dia com crianças e idosos?) e de noite o frio era vencido pelo fogo que aquecia o povo.

Ao fugir do Egito, os judeus se encontraram às margens do Mar Vermelho com o exército egípcio se aproximando rapidamente. Neste exato momento: O anjo de D’us, que tinha viajado na frente do exército de Israel, retirou-se e foi atrás deles. O pilar de nuvem também se retirou da frente e foi para trás deles, ficando entre os exércitos do Egito e de Israel. Rashi, o famoso comentarista da Torá, explica que a nuvem não apenas separava o acampamento egípcio e o israelita, também interceptava as flechas e pedras das catapultas dos egípcios. Fonte Chabad

Os judeus foram salvos no deserto porque moravam dentro das nuvens protetoras da Glória Divina. Havia sete nuvens a envolver os filhos de Israel, a servir-lhes de escudo protetor. Fonte Chabad

As roupas que as crianças vestiam cresciam junto com elas. Lavanderia? Nem pensar! Ao passar entre nuvens, a sujeira sumia! Estavam brancas com aquele “branco total”, de dar inveja até às melhores multinacionais fabricantes de sabões em pó deste século. Fonte Chabad

É nesse ponto que eu gostaria de tratar. Realmente, no deserto não é fácil de achar uma fonte de agua nem para beber nem para se limpar. O D’us HaElohim, El Shaday “Todo poderoso”, escolheu o lugar mais improvável, dificil para fazer o “impossivel”. Verdadeiramente, não há outro a não ser Ele! A limpeza dos Hebreus era feita através da nuvem, então, tal purificação que foi exigida em Êxodo 19:10-11 foi através da nuvem (para limpar “tomar banho”) além claro de evitar por exemplo se deixar com mulher (o ato sexual e o sêmen deixa o casal “impuro”) e também claro, evitar tocar em coisa morta e qualquer outra coisa que o deixasse impuro. Mas o fato é, que tal nuvem que representava a Shechiná de D’us, servia para purificação.

Então na Brit Chadasha vamos ter um relato incrivel do Rav. Shaul que diz: “E todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar” 1 Coríntios 10:2

A pergunta que não quer calar, como Rav. Shaul pensou em escrever que a nuvem foi uma forma de Mikve “batismo”? Será, que, ele estava falando da tradição judaica que foi passada de forma oral de geração em geração, pois não é a primeira vez que ele cita e dar certos exemplos que não faz sentido se não colocar lado a lado com a cultura e entendimento Judaico (um outro exemplo é a pedra que dava de beber ao povo 1 Coríntios 10:4). Paulo, sendo um rabino fariseu Atos 23:6 e profundamente conhecedor da Torá e da tradição judaica, naturalmente faria referência a esse entendimento. É “estranho” pensar, que Shaul (Paulo) considerado por alguns cristão o “apóstolo” que mais “detonou” a Lei (TORAH) se utilizaria justamente dos aspectos da Shebeal Pê (A Torá Oral). O que eu tenho a dizer aos irmãos cristão, é que: Entre o judaismo e o cristianismo, existe um mar de diferencia em conhecimento.

Se batizados em Yeshua estamos “purificados”, tal nuvem representava a purificação plena que futuramente Yeshua faria. Levando o homem a buscar se lavar em seu sangue puro. Ele é o Emanuel (D’us conosco) é a conclusão da Torah em carne, é a Shechina do D’us Pai no meio do povo, o Miskan no meio de nós, o verbo que se fez carne e habitou/habitará entre nós. O nome Miskan origina-se da raiz “lishcon”, descansar. Mishcan significa descanso para a Shechiná. Em Yeshua nós temos descanso.

3 dias foi preciso para purificar/preparar o povo, no terceiro dia Yeshua ressurgiu triunfante com a vitória nas mãos e a devolução da glória para o homem (no mundo vindouro)

Bereshit Rabá 56:1“No terceiro dia, Abraão levantou os olhos e viu o lugar de longe” ( Gênesis 22:4). “No terceiro dia, Abraão levantou os olhos” – está escrito: “Ele nos reviverá depois de dois dias; no terceiro dia, Ele nos levantará, e viveremos diante Dele”

A Manifestação da TORAH

No terceiro dia, ao amanhecer, houve trovões e relâmpagos, uma nuvem espessa sobre o monte e um forte toque de trombeta; e todo o povo que estava no acampamento tremeu. Êxodo 19:16

Quando D’us deu a Torá, nenhum pássaro gorjeou, nenhuma ave voou, nenhum boi mugiu, nenhum dos anjos moveu uma asa, os serafins não disseram “Santo, Santo”, o mar não rugiu, as criaturas não falaram . O mundo inteiro ficou em silêncio ofegante, e a voz saiu: “Eu sou o Senhor, seu D’us”. Midrash Rabá

E todo o monte de Sinai fumegava, porque o SENHOR descera sobre ele em fogo: e o seu fumo subiu como fumo dum forno, e todo o monte tremia grandemente. Êxodo 19:16

Há muitos e muitos mistérios ligados a esse dia (Outorga da Torah), a revelação no Sinai transcendeu a percepção normal, misturando dimensões físicas e espirituais. Porém esse SOD “Segredo” ficará para o próximo ciclo de Torah. Eu gostaria de avançar para o assunto chave dessa parasha, que é de fato os 10 ditos de D’us.

ENTÃO falou Deus todas estas palavras, dizendo:

אָֽנֹכִ֖י֙ יְהֹוָ֣ה אֱלֹהֶ֑֔יךָ אֲשֶׁ֧ר הוֹצֵאתִ֛יךָ מֵאֶ֥רֶץ מִצְרַ֖יִם מִבֵּ֣֥ית עֲבָדִ֑͏ֽים׃

Anochi Hashem Elohecha Asher Hotzetycha Meeretz Mitzrayim Mibeyt Avadim

Eu sou יהוה teu Deus

A primeira palavra dos Dez Mandamentos é “Anochi” (Eu sou): “Anochi” é um acrônimo para “Ana Nafshi Ketavit Yehavit” אנה נפשי כתבית יהבית, que significa: “Eu mesmo escrevi e dei”. Fonte Sefaria

Eu gostaria de fazer uma pequena reflexão: A Torá, que é a Palavra de D’us, foi entregue a Moshé e ao povo de Israel pelo próprio Criador, em um evento de revelação direta e inquestionável. No entanto, ao longo da história, vemos que muitas tradições cristãs interpretam que os mandamentos da Torá perderam seu valor e que não precisam mais ser seguidos à risca. Isso levanta uma questão intrigante: se “Jesus” fosse, de fato, D’us encarnado, como afirmam os cristãos, isso significaria que Ele mesmo entregou a Torá no Sinai. Mas se posteriormente declarou que seus mandamentos não são mais necessários, isso implicaria que Ele se arrependeu daquilo que ordenou? Poderia o Eterno, cuja sabedoria é infinita e imutável, contradizer a própria Lei que Ele proclamou como eterna?

Se a Torá é perfeita e divina, então sua validade não pode ser revogada. Afinal, o próprio texto sagrado declara:

“A Lei de D’us é perfeita, restaura a alma.” (Tehilim 19:8)
“Pois Eu sou o Senhor, e não mudo.” (Malaquias 3:6)

D’us não se contradiz, não muda de opinião e não revoga Seus próprios mandamentos. A ideia de que a Torá teria sido “substituída” entra em conflito direto com a própria essência do Criador e de Sua Palavra.

A pergunta que fica é:Você deseja ser uma propriedade particular de D’us? Você fará e ouvirá, como o povo de Israel declarou no Sinai (“Naasê Venishmá” – Faremos e Ouviremos), ou buscará entender e remover? A decisão está em suas mãos.

As Tábuas da Lei foram dadas em duas partes. De acordo com a tradição judaica, a primeira tábua continha os mandamentos relacionados à relação do homem com D’us (ex.: “Eu sou o Senhor teu D’us”, “Não terás outros deuses diante de Mim”), enquanto a segunda continha aqueles referentes à relação entre os seres humanos (ex.: “Não matarás”, “Não roubarás”). E em suma, quando guardamos ambas as pedras dos mandamentos, estamos fornecendo amor para D’us e para o próximo. Por isso Yeshua diz que o maior dos mandamentos é o AMOR (A D’us e ao Próximo). Não é da forma cristã de que o amor substituiu todos os mandamentos, é justamente o contrário, é porque guardar todos os mandamentos que você demostra o Amor de fato. Em algum outro momento falaremos mais detalhadamente sobre cada um dos 10 ditos, porém, eu me sinto satisfeito com o estudo trazido aqui hoje. Espero que tenham gostado, tenham absorvido e que ao aprender compartilhem. D”us abençoe a todos! Shalom, Shalom.


Comentários

2 respostas para “Assêret Hadibrot – “Os Dez mandamentos” – Seja propriedade de D’us – Parashat Ytro”

  1. Shalom! Obrigada maravilhoso o estudo

  2. Amei o estudo, maravilhoso ❤️

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